Fonte da imagem: elaboração própria, derivada de File:Dymaxion Projection South America.png, por Thomasee73/Wikimedia Commons, e de File:Fuller projection with largest countries.svg, por Philippe Rivière e cmglee/Wikimedia Commons. Licença: CC-BY-SA-3.0-BR.

Introdução

É comum as relações externas do Mercado Comum do Sul (Mercosul) serem compreendidas a partir de seus acordos econômicos, especialmente aqueles de livre comércio (PESSOA, 2021a). Conforme essa compreensão, o destaque de tais relações costuma estar para as negociações comerciais com a União Europeia (UE), a rejeitada proposta de Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), tratados com Israel, Egito, Palestina, União Aduaneira da África Austral (UAAA), acordos comerciais no âmbito da Associação Latino-Americana de Desenvolvimento e Integração (ALADI) e outras negociações em curso ou paralisadas. A Figura 1 ilustra em forma de mapa esses destaques e, anteriormente, Clarissa Ribeiro e Lucas Bispo (2017) apresentaram um panorama com mais informações desses acordos e negociações.

Figura 1 — Mapa das relações externas comerciais do Mercosul comumente destacadas com terceiros

Fonte da imagem: elaboração própria. Licença: CC-BY-SA-3.0-BR.

Análises desses acordos e negociações feitas em outros artigos para o Observatório de Regionalismo dão conta da complexidade que transborda a dimensão comercial. Por exemplo, a necessidade de cautela nessas negociações, pois decisões internacionais afetam o cenário interno dos países e o cotidiano das pessoas, com impactos nos campos econômico, social e ambiental do desenvolvimento dos países envolvidos (SALLES, 2021). Ao mesmo tempo, os tratados celebrados não produzem necessariamente efeitos imediatos e as relações econômicas se processam em longo prazo (ARAUJO, 2019).

Há influência de muitas variáveis para além da formalização das interações econômico-comerciais em tratados; são aspectos políticos, sociais e culturais — não só econômicos — que ultrapassam o comércio mundial (ARAUJO, 2019). Nesse sentido, a observação da década de 2000 traz a relevância politicamente conferida às relações Sul-Sul. E foi conferida como aplicação do princípio do universalismo e como guia para a diversificação de parcerias, conforme interesses brasileiros coadunados com os dos outros Estados-Partes do Mercosul a fim do desenvolvimento da região (RIBEIRO; BISPO, 2017).

Mesmo em termos regulatórios, desde a aprovação do Programa de Consolidação da União Aduaneira (PCUA) em 2010, seu artigo 58 estabeleceu que “a ação externa do Mercosul será desenvolvida mediante a negociação de mecanismos de vinculação política, comercial ou de cooperação com terceiros países ou grupo de países” (Mercosul, 2010). Contudo, os vínculos externos políticos, comerciais e cooperativos se desenrolam desde a criação do Mercosul em 1991 (CARNEIRO, 2006; PESSOA, 2021a).

Considerando essa compreensão mais ampla das relações externas (PESSOA, 2021a), o período entre 2010 e 2017 foi marcante na história do Mercosul, pois, em 2010, foi criado um órgão — o Alto Representante-Geral do Mercosul (ARGM) — que atuou na dimensão política dessas relações e notadamente na direção da América do Sul até ser extinto em 2017 (PESSOA, 2021b). A decisão pela extinção ocorreu em momento de clamores por “despolitização” (LANDIM, 2019) e “desideologização” (ARAUJO, 2018). No período do ARGM, os titulares do cargo seguiram as linhas de expansão do Mercosul para o alcance sul-americano e de construção de um polo na América do Sul da multipolaridade em formação no sistema internacional, além de “colocar o Mercosul em posição centrípeta na convergência sul-americana” (PESSOA, 2021b, p. 46). Assim, reforçaram a ideia da época de a região ser um ator na política internacional, que pensa seus problemas e suas soluções.

Neste texto está a busca por chamar a atenção aos vínculos políticos das relações externas do Mercosul. Partindo do histórico apresentado e do marco da extinção do ARGM, desdobra a seguinte pergunta: como se desenrolou a direção política à América do Sul das relações externas do Mercosul desde 2017? Considerando a importância de presidentes para o regionalismo latino-americano e caribenho, a análise das relações políticas aqui proposta tem por base os comunicados presidenciais dos últimos cinco anos.

Comunicados presidenciais entre 2017 e 2021

No período de 2017 a 2021 (não houve cúpula em 2022 ainda), foram 18 comunicados presidenciais lançados no Mercosul. Em 2021, nenhuma das duas cúpulas foi concluída com a assinatura de comunicados conjuntos exclusivos dos Estados-Partes (BEHNKE, 2021). Por isso, a maior parte (dez) dos 18 foram comunicados conjuntos dos presidentes dos Estados-Partes e Estados associados — todos eles são países sul-americanos. Por outro lado, apenas o comunicado de julho de 2019 contou com a assinatura (e presença na respectiva cúpula) de algum presidente dos Estados Associados, na ocasião foi o presidente do Chile.

A Bolívia é um Estado associado em processo de adesão, condição que a permite estar nos dois tipos de comunicados, tanto naqueles abertos aos Estados Associados, quanto nos outros destinados aos Estados-Partes. Deste tipo, presidentes ou vice-presidentes bolivianos assinaram cinco comunicados presidenciais dos oito do período. Para além do comunicado de julho de 2017, a Bolívia também esteve ausente nos comunicados de dezembro de 2019 e julho de 2020, contemporâneos ao governo não reconhecido pelo Mercosul de Jeanine Áñez. E, apesar da frequência (vice-)presidencial boliviana nas cúpulas e comunicados resultantes, sua adesão como Estado-Parte somente foi pautada em três dos 18 comunicados.

Para além da expansão de membros, outra forma da direção sul-americana é a adesão a instrumentos firmados no seio do Mercosul, Os comunicados expressaram bem essa forma quando instaram a ratificação de instrumento educacional pelos Estados-Partes e Associados em julho de 2017 e, em dezembro de 2018, valorizaram a expansão do Sistema de Acreditação Regional de Cursos Universitários (ARCU-SUL) para a grande maioria dos países da América do Sul.

Em adição, no período 2017-2021, foram três adesões a instrumentos do Mercosul: o Peru ao “Protocolo de Integração Educativa e Reconhecimento de Certificados, Títulos e Estudos de Nível Primário/Fundamental/Básico e Médio/Secundário entre os Estados Partes do Mercosul e Estados Associados” e a Colômbia e o Peru ao recente “Acordo sobre o Mecanismo de Cooperação Consular entre os Estados Partes do Mercosul e Estados Associados”.

Houve também a assinatura de novos acordos com Estados Associados. O Mercosul celebrou com a Colômbia o Acordo de Complementação Econômica n. 72 (ACE 72) sobre Comércio de Serviços e as administrações aduaneiras da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai fecharam entendimento para o desenvolvimento conjunto de um Programa Regional de Operador Econômico Autorizado. Contudo, acordos comerciais bilaterais (Argentina-Chile, Brasil-Chile, Brasil-Peru, Chile-Uruguai) integrantes de acordos de complementação econômica foram abordados com destaque positivo em comunicado de dezembro de 2018, apesar de expectativas de preferência a negociações conjuntas com terceiros.

Fora do tema econômico-comercial, os comunicados também ressaltaram documentos da dimensão social com participação de Estados associados: “Guia regional do Mercosul para identificação e atenção de necessidades especiais de proteção a crianças migrantes”, “Diretrizes para a prestação de contas a crianças e adolescentes no Mercosul”, “Memorando multilateral de entendimento para o intercâmbio de documentação para o esclarecimento de graves violações aos direitos humanos”, “Declaração da Reunião de Ministros da Justiça do Mercosul e Estados Associados sobre a criação de uma Rede de Cooperação Penitenciária (REDCOPEN)”, “Declaração dos Ministros da Saúde que prioriza as políticas de prevenção e controle das doenças imunopreveníveis reemergentes, para evitar sua propagação e fortalecer ações a favor de uma fluida e oportuna informação entre Estados Partes e Associados”. Também concordaram em negociar a atualização do “Acordo de Cooperação e Assistência Jurisdicional em matéria Civil, Comercial, Trabalhista e Administrativa entre os Estados Partes e Associados do Mercosul”.

Noutra forma da direção sul-americana, o comunicado com os Estados Associados de julho de 2020 expressou a estratégia de posicionar o Mercosul na centrípeta da convergência sul-americana. Os presidentes “decididos a construir sinergias que vinculem as iniciativas originadas no Mercosul à Agenda 2030, enfatizaram o compromisso assumido por cada um dos Estados Partes e Associados com esta iniciativa mundial, sem criar estruturas que agreguem complexidade à institucionalidade regional ou novos gastos orçamentários” (Mercosul, 2020, p. 2).

Nesse sentido, é possível associar a criação da Reunião de Ministros de Infraestruturas para a Integração dos Estados Partes do Mercosul e Associados no primeiro semestre de 2021 ao desmantelo da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) e, consequentemente, de seu Conselho Sul-Americano de Infraestrutura e Planejamento (COSIPLAN), que havia incorporado a Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA).

Os comunicados registram que o Mercosul assumiu a discussão de dois projetos da IIRSA: o Corredor Bioceânico Carmelo Peralta-Porto Murtinho-Portos do Norte do Chile e a Hidrovia Paraguai-Paraná no trecho Puerto Cáceres-Porto Nova Palmira. Além disso, tem acompanhado a implementação do cabo de fibra ótica submarina Humboldt, tem cooperado com a Alemanha em projeto de fomento da eficiência energética e retomou discussões sobre o setor de energia com a “Declaração dos Ministros de Energia dos Estados Partes do Mercosul, Bolívia e Chile sobre Integração Energética Regional, de 7 de dezembro de 2021”.

Por outro lado, os comunicados registram que discussões migratórias estão fora do Mercosul. Os presidentes destacaram a relevância de reativar a Conferência Sul-Americana sobre Migrações (CSM), ligada à Organização Internacional para as Migrações (OIM), e do Processo de Quito para responder à crise migratória e humanitária venezuelana. São iniciativas recentes, ainda que acompanhadas pelo Foro Especializado Migratório do Mercosul e Estados Associados (FEM). Afora isso, os comunicados não guardam outras manifestações acerca da Venezuela, especialmente, sobre seu regresso e finalização de sua incorporação como Estado-Parte do Mercosul.

A assinatura de acordo-quadro com o Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (FONPLATA) — cujos membros são Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai — e do posterior contrato de administração fiduciária do Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (FOCEM) pelo FONPLATA é ambíguo. Dependendo do desenrolar da adesão boliviana e da suspensão venezuelana, poderá entrar na convergência com o Mercosul. Mas até uma possível concretização disso, o Mercosul busca em outra instituição regional a colaboração para elaboração e financiamento de projetos do FOCEM.

Já o objetivo de construção de polo sul-americano a partir do Mercosul encontra manifestações variadas nos comunicados analisados. Manifestações recorrentes em oito comunicados em respaldo à Argentina na disputa de soberania da Questão das Ilhas Malvinas dão conta de tentar afastar da América do Sul potências extra-regionais (Reino Unido, no caso). E isso tem bases mais amplas (latino-americanas e caribenhas, no caso), conforme manifestações também reiteradas em seis comunicados de a América Latina e Caribe ser zona de paz baseada no respeito ao Direito Internacional.

E, enquanto os comunicados não tratam de soluções políticas e pacíficas para a situação venezuelana, as manifestações de valorização da superação do conflito armado interno colombiano com a execução do “Acordo Final para o Fim do Conflito e a Construção de uma Paz Estável e Duradoura” podem ser associadas também à dissuasão de potências extra-regionais interessadas em intervir no conflito.

No objetivo de o Mercosul ser ator político, os comunicados do período em análise trouxeram situações em que ele foi posicionado como ator ante outras regiões do mundo. A busca em bloco por acesso a mercados do comércio Sul-Sul no âmbito do Global de Preferências Comerciais entre Países em Desenvolvimento (SGPC), comunicada em dezembro de 2018. A estreia do Mercosul como ofertante de cooperação a partir de interações com o Sistema de Integração Centro-Americana (SICA), também comunicada em dezembro de 2018. E o início da cooperação com a União Africana (UA), comunicada em julho de 2019, em apoio ao estabelecimento da Zona de Livre Comércio Continental Africana.

Se essas ações externas são favoráveis ao polo sul-americano, o interesse na aproximação com a Aliança do Pacífico (AP) manifestado em 14 comunicados sugere problemas na delimitação sul-americana do polo. O México é integrante da AP e está fora da América do Sul. Esse interesse aponta o fortalecimento da orientação latino-americana do Mercosul perante uma competição com o horizonte de um polo delimitado sul-americano. Aliás, em 2017, a proposta de convergência AP-Mercosul já se mostrava mais fortalecida e provável que a proposta de ampliação do Mercosul para a América do Sul (GIACALONE, 2017). E já gerava análises se, por exemplo, o Brasil abandonaria o horizonte controlável na América do Sul para líder a América Latina com o México (GIACALONE, 2017).

A UNASUL, com a qual o Mercosul possuía antes uma agenda de complementação e articulação (PESSOA, 2021b), não foi abordada. A longeva Comunidade Andina (CAN) foi lembrada em um comunicado, assim como o recentíssimo Foro para o Progresso e a Integração da América do Sul (PROSUL). A Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) foi mencionada em dois comunicados em coro à oposição ao uso do domínio superior “.amazon” conferido à companhia multinacional estadunidense Amazon Inc.

À guisa de remate

Durante a existência do ARGM, a direção sul-americana se expressou de forma significativa pela expansão de membros do Mercosul, como Estados-Partes ou Estados Associados. Outras formas incluíram adesões por Estados associados a instrumentos firmados no seio do Mercosul, celebrações de acordos entre Mercosul e Estados associados, a convergência de arranjos e discussões sul-americanas para o Mercosul e a atuação em bloco com o exterior da América do Sul. Assim, retomando a pergunta-guia deste texto, a direção política à América do Sul das relações externas do Mercosul tem perdido intensidade e protagonismo no período dos últimos cinco anos.

A presença e ausências de presidentes demonstram a valorização não conferida ou os poucos esforços interessados nesse exercício de atração, em comparação com o período anterior. Na competição entre a convergência Mercosul-AP e a proposta do Mercosul ampliado, a primeira está na frente. Reconfigurações políticas em 2016 alteraram as prioridades políticas estabelecidas e regressou a ênfase ao regionalismo aberto (PESSOA, 2022), ameaçando a concertação da ação externa conjunta e desprezando a cautela política necessária. Com isso o projeto do Mercosul ampliado também compete com atuações uni e bilaterais dos Estados-Partes.

A despeito disso, persistem continuidades. Instrumentos originados no Mercosul são firmados já com a adesão de Estados Associados e vários deles também já cobrem, senão toda, quase toda a América do Sul. Além disso, o Mercosul passou a ser ofertante de cooperação em 2018.

Para a próxima cúpula presidencial do Mercosul e seus comunicados, o objetivo de conformação de polo sul-americano deve ser algo importante (ou uma ausência notável) em função da Guerra Russo-Ucraniana, das disputas hegemônicas à qual está atrelada e implicações para o arranjo polar do sistema internacional (WIETCHIKOSKI; MILANI, 2022). Esse assunto já será pauta da Cúpula das Américas convocada para meados deste ano de 2022 em Los Angeles, nos Estados Unidos, a qual é mais um teste para a concertação no Mercosul e sua direção política sul-americana diante das dúvidas sobre convocar Cuba, Nicarágua e Venezuela.

REFERÊNCIAS

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Escrito por

Luan O. Pessoa

• Doutorando e mestre em Relações Internacionais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e bacharel em Relações Internacionais pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Bolsista pela CAPES. Pesquisador-membro do Observatório de Regionalismo (ODR). Docente do bacharelado de Relações Internacionais do Centro Universitário Jorge Amado (UniJorge). Interessado em integração regional, economia política internacional, paradiplomacia, política externa brasileira, desenvolvimento regional, América Latina e Caribe, Mercosul, Nordeste Brasileiro. • Lattes · ResearchGate · Instagram · ORCID ·